'"Frederick Eby (1976, p.134), historiador da educação, lembra que “(...) A Nova Atlântida de Bacon, influenciou a fundação da Sociedade Real (1660), as academias científicas e as novas tendências da educação no século XVII”.
O antigo caráter religioso ou metafísico da educação dos indivíduos passou a ser substituído por um caráter concreto, até então desconhecido. A educação como ciência, representava agora um meio em busca de um fim, qual seja, o domínio do homem sobre a natureza.
Como é sabido, não foram de pequena importância as invenções resultantes de descobertas acidentais, tais como a bússola, a pólvora, o telescópio e a imprensa. A pretensão de Bacon estava, justamente, em substituir este acidentalismo por um plano preestabelecido. Seu objetivo foi alcançado. O desejo de Bacon em promover uma reorganização do conhecimento humano - baseando-se não no antigo conhecimento escolástico, mas no novo conhecimento científico - foi algo partilhado por educadores, filósofos e estadistas de seu tempo. “À educação escolar caberia assegurar a disseminação deste novo conhecimento que, devidamente unificado, estaria ao alcance de todas as crianças”, explica Monroe (1978,p.211).
Will Durant (1996, p.135) cita uma passagem de Bacon em que o filósofo parece preocupar-se com o descaso para com a educação de seu tempo:“(...) a erudição das mais antigas e melhores épocas sempre reclamou que os estados se preocupavam demais com as leis e se omitiam demais no que se referia à educação”."
Referência:
GALVÃO, R. C. S. FRANCIS BACON: TEORIA, MÉTODO E CONTRIBUIÇÕES PARA A EDUCAÇÃO. R. Inter. Interdisc. INTERthesis, Florianópolis, v.4, p. 32- 41, jul./dez. 2007. Obtido via base de dados CREATIVE COMMONS. Disponível em <https://periodicos.ufsc.br/index.php/interthesis/article/view/620/10859> Acesso em out. 2016.
O antigo caráter religioso ou metafísico da educação dos indivíduos passou a ser substituído por um caráter concreto, até então desconhecido. A educação como ciência, representava agora um meio em busca de um fim, qual seja, o domínio do homem sobre a natureza.
Como é sabido, não foram de pequena importância as invenções resultantes de descobertas acidentais, tais como a bússola, a pólvora, o telescópio e a imprensa. A pretensão de Bacon estava, justamente, em substituir este acidentalismo por um plano preestabelecido. Seu objetivo foi alcançado. O desejo de Bacon em promover uma reorganização do conhecimento humano - baseando-se não no antigo conhecimento escolástico, mas no novo conhecimento científico - foi algo partilhado por educadores, filósofos e estadistas de seu tempo. “À educação escolar caberia assegurar a disseminação deste novo conhecimento que, devidamente unificado, estaria ao alcance de todas as crianças”, explica Monroe (1978,p.211).
Will Durant (1996, p.135) cita uma passagem de Bacon em que o filósofo parece preocupar-se com o descaso para com a educação de seu tempo:“(...) a erudição das mais antigas e melhores épocas sempre reclamou que os estados se preocupavam demais com as leis e se omitiam demais no que se referia à educação”."
Referência:
GALVÃO, R. C. S. FRANCIS BACON: TEORIA, MÉTODO E CONTRIBUIÇÕES PARA A EDUCAÇÃO. R. Inter. Interdisc. INTERthesis, Florianópolis, v.4, p. 32- 41, jul./dez. 2007. Obtido via base de dados CREATIVE COMMONS. Disponível em <https://periodicos.ufsc.br/index.php/interthesis/article/view/620/10859> Acesso em out. 2016.

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